Mecânico acusado de matar homem a tiros no Canal da Maternidade vai a júri no Acre
Roni Cley de Souza Figueiredo, de 48 anos, vai ser julgado por atirar e matar Alan Victor da Silva de 30 anos Cedida O mecânico Rony Cley de Souza Figueiredo, ...
Roni Cley de Souza Figueiredo, de 48 anos, vai ser julgado por atirar e matar Alan Victor da Silva de 30 anos Cedida O mecânico Rony Cley de Souza Figueiredo, de 49 anos, acusado de matar a tiros Alan Victor da Silva, de 30, no Canal da Maternidade, em Rio Branco, deve ser julgado pelo Tribunal do Júri. A informação consta em uma decisão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), que rejeitou um recurso da defesa contra a decisão que determinou que Rony fosse levado a júri. O g1 não conseguiu contato com a defesa do acusado. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A Justiça manteve a decisão que leva o réu a julgamento pelo crime de homicídio qualificado. A sessão, no entanto, ainda não tem data marcada. 👉 Contexto: Alan Victor da Silva, de 30 anos, foi baleado no dia 6 de janeiro deste ano enquanto caminhava pelo Canal da Maternidade, em Rio Branco. Ele foi atingido por dois disparos, sendo um no pescoço e outro nas costas, e morreu na tarde do dia seguinte. Segundo as investigações, Rony e o outro mecânico, Acir Moreira Pereira Cangussu Tomaz, foram até o local com a intenção de matá-lo. A suspeita é de que o crime tenha sido motivado por um suposto roubo de televisão que teria sido atribuído à vítima. Agora no g1 LEIA MAIS: Quase 1 ano após crime, Justiça marca júri de PM acusado de assassinar esposa na frente das filhas dela no AC Caso Géssica: PMs são pronunciados a júri popular após quase 3 anos de morte de enfermeira no Acre Agricultor atropelado por advogado em saída de feira agropecuária recebe alta no Acre De acordo com o despacho da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco, o advogado que representa Rony foi intimado, mas não indicou quais provas pretende apresentar na sessão. Por isso, a Justiça determinou que o acusado seja intimado pessoalmente para indicar se vai constituir um novo advogado ou se quer ser defendido pela Defensoria Pública. Rony foi preso no mesmo dia do crime. Segundo a Polícia Civil, ele confessou participação no assassinato durante o interrogatório. O veículo usado no crime, que pertencia à irmã dele, também foi localizado e apreendido. Acir Moreira Pereira Cangussu Tomaz também foi denunciado pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) e virou réu no processo. Ele conseguiu escapar do flagrante após o crime e, dias depois, se apresentou à polícia. Ao g1, a defesa dele informou que o cliente segue preso desde então. VÍDEOS: g1