Quaest: 50% desaprovam e 43% aprovam governo Lula

Quaest: 50% desaprovam e 43% aprovam governo Lula Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra que 50% dos eleitores desaprovam o governo Lula (PT),...

Quaest: 50% desaprovam e 43% aprovam governo Lula
Quaest: 50% desaprovam e 43% aprovam governo Lula (Foto: Reprodução)

Quaest: 50% desaprovam e 43% aprovam governo Lula Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra que 50% dos eleitores desaprovam o governo Lula (PT), enquanto 43% aprovam. Outros 7% não souberam ou não responderam. Em relação ao levantamento divulgado em 2 de setembro, a desaprovação oscilou dois pontos percentuais para cima, de 48% para 50%, e a aprovação, dois para baixo, de 45% para 43%. As duas variações ocorreram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A distância entre os dois índices passou de três para sete pontos. Com isso, aprovação e desaprovação deixaram de estar em situação de empate técnico. Veja os números: Desaprovam: 50% (eram 48% em 2 de setembro); Aprovam: 43% (eram 45%); Não sabem/não responderam: 7% (eram 7%). Pesquisa Quaest avalia aprovação do governo Lula g1 A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%. Avaliação do governo Lula Presidente Lula durante evento no Planalto em 2026 Foto: Ricardo Stuckert A Quaest também perguntou se os eleitores consideram o governo ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. A avaliação negativa, que reúne as respostas ruim e péssimo, passou de 37% para 38%. A positiva, soma de ótimo e bom, oscilou de 35% para 34%. Veja os resultados: Negativa: 38% (eram 37% em 2 de setembro); Positiva: 34% (eram 35%); Regular: 25% (eram 25%); Não sabem/não responderam: 3% (eram 3%). Pesquisa Quaest avaliação do governo Lula g1 Avaliação da economia nos últimos 12 meses A percepção sobre a economia permaneceu igual à registrada em 2 de setembro. Para 49% dos eleitores, a situação do país piorou nos últimos 12 meses. Outros 29% dizem que ficou do mesmo jeito, e 19%, que melhorou. Piorou: 49% (eram 49% em 2 de setembro); Ficou do mesmo jeito: 29% (eram 29%); Melhorou: 19% (eram 19%); Não sabem/não responderam: 3% (eram 3%). Renda e custo de vida O levantamento mostra ainda que 54% dos eleitores dizem que a renda da família não aumentou ou cresceu menos que o custo de vida no último ano. O percentual reúne os 33% que afirmam não ter tido aumento e os 21% que relatam uma alta insuficiente para acompanhar os preços. Os resultados também são os mesmos da pesquisa divulgada em 2 de setembro: Renda aumentou tanto quanto o custo de vida: 33%; Renda não aumentou: 33%; Renda aumentou menos que o custo de vida: 21%; Renda aumentou mais que o custo de vida: 10%; Não sabem/não responderam: 3%. Dívidas A parcela dos eleitores que dizem ter muitas dívidas passou de 22%, no levantamento divulgado em 5 de agosto, para 28% nesta rodada, uma variação de seis pontos percentuais. No mesmo período, o percentual dos que afirmam não ter dívidas passou de 31% para 27%, e o dos que relatam poucas dívidas, de 47% para 44%. Têm poucas dívidas: 44% (eram 47% em 5 de agosto); Têm muitas dívidas: 28% (eram 22%); Não têm dívidas: 27% (eram 31%); Não sabem/não responderam: 1% (eram 0%).